“Me bateu um ar de desvaneio. Lembrei de nós, bateu saudade. Bateu com força. Reduziu meu coração a estilhaços de nostalgias e cacos de princípios imaturos. A saudade rompeu o orgulho, e ali eu admiti baixinho, convicto, como se você pudesse me ouvir sussurrar: Ainda te amo tanto […]
— Anndré, (Prisioneiro da Morte)
“Passou. Pronto. Virei o disco, troquei de músicas, me renovei comigo mesma. Me enxergo mais pronta, ‘me descobri’ mais inteira, mais leve para sentir, mais provada de aromas, mais… Minha. Hoje sou muito mais Eu-para-mim, do que Eu-para-nós.
“É uma coisa tão intensa, olhar em seus olhos e em questão de segundos imaginar toda minha vida ao seu lado.
“As lagrimas caiam e repetia para si mesmo “vai ficar tudo bem” na esperança de que realmente ficasse.
“Adoro aquelas pessoas que me fazem perceber que os meus problemas são pequenos demais comparados à vida. Adoro os sorrisos que fazem-me dar depois de uma longa e exagerada gargalhada. Me sinto bem com pessoas assim, pena que são pouquíssimas. Me sinto vivo, e com certeza, mais esperançoso.